
Senta-te neste banco de nuvens
Observei nos olhos de uma pessoa o Mundo
Fatigado um Milhafre pousou nos ombros da minha ausência
Ouvi o teu Mar com os meus dedos no meu mais profundo
Tu, magnólia em busca do rumor da terra
Fragor de púrpura, instante de amor
Vi-te sorrir nas estações do crepúsculo
Em Fevereiro uma rosa é breve flor
Gaivota pousada ente o basalto e o azul
Que ilha descubro na tua verdade?
Este barco de vela branda nos mares do sul
Que nunca deixou morrer a saudade
Se falassem as tuas mãos
Diria que eram o afago de um Anjo
Se falassem as tuas raivas sem sentido
Diria que era o amor sem vontade de estar escondido
Hoje sonhei com um campo de margaridas e gaivotas
A minha rosa entre Primaveras...
Fechei os olhos absorto na transparência da música
E perguntei ao alto que por amor quem eras
Apontei com o olhar as falésia de uma lagoa
Este pescador de cores, fouçando incompreensões
Apaguei da minha tela os trovadores das sombras
Apaguei todas as frias e más sensações
A minha aura não esconde segredos
Lavarei do meu peito o intimo de certas feridas
E sobre as pétalas murchas do silêncio
Desenharei todas as estações perdidas
Hoje acordei com as palavras a sorrir
Com uma brisa em doces afagos
Imaginei uma lagoa de mil cores
Onde mora uma...Menina dos Lagos...




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